Por @cacarvalho. Marcos Prado é fotógrafo, documentarista e diretor, a frente dos polêmicos Ônibus 174...

Por @cacarvalho
Marcos Prado é fotógrafo, documentarista e diretor, a frente dos polêmicos Ônibus 174 e Tropa de Elite. Durante três anos, ele pesquisou sobre a cena eletrônica e sua influência na juventude para produzir o primeiro filme nacional com o tema.
Paraísos Artificiais mostra a vida de jovens que vivem em um mundo conturbado e passam por dúvidas e incertezas, fala de destino, encontros e desencontros, amor, novos relacionamentos, amizade e celebração.
Ambientado nos anos 2000, o filme conta a história de amor de Nando (Luca Bianchi) e Érika (Nathália Dill), narrada em três atos. O primeiro se passa em Amsterdã, para onde Nando viaja com seu amigo Patrick (Bernardo Mello) e conhece Érika, DJ internacional. O segundo, alguns anos antes, em uma rave na beira do mar e o terceiro, se passa no Rio de Janeiro, cidade natal de Nando, quando ele enfrenta problemas com seu irmão mais novo, Lipe (César Cardadeiro), e onde, por fim, reencontra Érika.

"Sempre gostei de música eletrônica, tenho diversos amigos DJs e outros que frequentam a cena. Há tempos tenho uma preocupação com certos tipos de excessos aos quais a juventude contemporânea estaria exposta nos ritos de passagem para a vida adulta. Vivendo num mundo conturbado, onde não existem mais padrões, onde as tradições foram esquecidas e os valores dissolvidos, os jovens enfrentam um momento de muitas incertezas. Paraísos Artificiais vai tentar mostrar os dilemas de uma juventude livre para escolher, experimentar, criar e reinventar a própria vida, além dos contraditórios caminhos traçados por eles em busca de sua identidade."
Em 2008, o diretor concedeu uma entrevista ao Portal Essential, e deixou clara a sua preocupação em não denigrir ainda mais a imagem da cena eletrônica, muitas vezes exposta de maneira negativa por parte da mídia. A história do filme conta um drama familiar onde dois irmãos que se envolvem com drogas sintéticas. De acordo com Marcos Prado, um retrato do jovem contemporâneo.

"Entendo a preocupação das pessoas ligadas à cena eletrônica em relação ao que meu filme dirá. Mas Paraísos Artificiais é sobre comportamento jovem contemporâneo.
O filme é um drama psicológico que fala de relacionamento familiar, de amor incondicional, de amizade, de escolhas, de encontros, descobertas e descaminhos. Os 'clubs', 'raves' e festivais serão retratados apenas como pano de fundo para contar a trama principal do filme.
O tema das drogas vai ser abordado como uma questão cultural, de maneira franca, sem pré-conceitos ou apologias. Nas minhas pesquisas, percebi que, além das 'raves', alguns jovens fazem uso de drogas sintéticas no Maracanã, nas micaretas, no carnaval, em rodeios, em casamentos, nas festas particulares e em tantos outros lugares onde há celebração jovem. Esses fatos estarão retratados no meu filme de alguma forma.
Não quero que Paraísos estigmatize as 'raves' e as 'open air'. Pelo contrário, após frequentar diversos festivais ao longo de alguns anos, minha percepção é diametralmente oposta à visão de algumas pessoas e de certos políticos pré-conceituosos que querem regulamentar ou coibir as festas. Todos os eventos a que fui até hoje, foram extremamente bem organizados e produzidos com o maior profissionalismo."
Na opinião dos atores, “Érika (protagonista) é uma menina que se torna mulher. Tem todos os lados. Tem romantismo, tem loucura. É uma mistura, um momento de descoberta”, disse Nathalia Dill. “Primeiro começa com uma lição, que a gente tem que ter uma responsabilidade com os nossos atos e, ao mesmo tempo, seguir a nossa intuição”, afirma Luca Bianchi, que interpreta Nando.
O roteiro do filme foi escrito por Marcos Prado, Pablo Padilla e Cristiano Gualda. Já a equipe técnica conta com diversos profissionais que trabalharam em “Tropa de Elite 2”, como a preparadora de elenco Fátima Toledo, o diretor de fotografia Lula Carvalho e a figurinista Cláudia Kopke.
As gravações foram feitas em Pernambuco, Rio de Janeiro, Alagoas e Amsterdã. Paraísos Artificiais tem estreia prevista para 2012.
Elenco Principal:
Nathalia Dill – Érika
Luca Bianchi – Nando
Bernardo Melo Barreto – Patrick
Livia de Bueno – Lara
Cesar Cardadeiro – Lipe
Divana Brandão – Marcia
Cadu Fávero – Anderson
Erom Cordeiro – Carlão
Roney Vilela – Mark
Emilio Orciollo Neto - Mouse
Bastidores



Dj Érika

Fábrica da Bhering se trasformando em clube underground alemão Berghaim.

Painel de LED e design gráfico criado para o filme pela Cila Mc Dowell.

O Karma dos Deuses do Arpoador

Erika e Nando: História de amor com final feliz.

A caminho das raves.

O guru da molecada no filme, Marc (Roney Villela).

Festa é gravada em uma fábrica de chocolates.

Casal Érika e Nando em Amsterdã.

Érika e sua amiga em uma rave.

Nando, interpretado pelo ator Luca Bianchi.

O diretor Marcos Prado faz uma participação especial no filme como pai de Nando.

Bastidores das gravações no Rio de Janeiro.

Nathália Dill, que interpreta a DJ Érika, encontra seu filho.
Marcos Prado é fotógrafo, documentarista e diretor, a frente dos polêmicos Ônibus 174 e Tropa de Elite. Durante três anos, ele pesquisou sobre a cena eletrônica e sua influência na juventude para produzir o primeiro filme nacional com o tema.
Paraísos Artificiais mostra a vida de jovens que vivem em um mundo conturbado e passam por dúvidas e incertezas, fala de destino, encontros e desencontros, amor, novos relacionamentos, amizade e celebração.
Ambientado nos anos 2000, o filme conta a história de amor de Nando (Luca Bianchi) e Érika (Nathália Dill), narrada em três atos. O primeiro se passa em Amsterdã, para onde Nando viaja com seu amigo Patrick (Bernardo Mello) e conhece Érika, DJ internacional. O segundo, alguns anos antes, em uma rave na beira do mar e o terceiro, se passa no Rio de Janeiro, cidade natal de Nando, quando ele enfrenta problemas com seu irmão mais novo, Lipe (César Cardadeiro), e onde, por fim, reencontra Érika.

"Sempre gostei de música eletrônica, tenho diversos amigos DJs e outros que frequentam a cena. Há tempos tenho uma preocupação com certos tipos de excessos aos quais a juventude contemporânea estaria exposta nos ritos de passagem para a vida adulta. Vivendo num mundo conturbado, onde não existem mais padrões, onde as tradições foram esquecidas e os valores dissolvidos, os jovens enfrentam um momento de muitas incertezas. Paraísos Artificiais vai tentar mostrar os dilemas de uma juventude livre para escolher, experimentar, criar e reinventar a própria vida, além dos contraditórios caminhos traçados por eles em busca de sua identidade."
Em 2008, o diretor concedeu uma entrevista ao Portal Essential, e deixou clara a sua preocupação em não denigrir ainda mais a imagem da cena eletrônica, muitas vezes exposta de maneira negativa por parte da mídia. A história do filme conta um drama familiar onde dois irmãos que se envolvem com drogas sintéticas. De acordo com Marcos Prado, um retrato do jovem contemporâneo.

"Entendo a preocupação das pessoas ligadas à cena eletrônica em relação ao que meu filme dirá. Mas Paraísos Artificiais é sobre comportamento jovem contemporâneo.
O filme é um drama psicológico que fala de relacionamento familiar, de amor incondicional, de amizade, de escolhas, de encontros, descobertas e descaminhos. Os 'clubs', 'raves' e festivais serão retratados apenas como pano de fundo para contar a trama principal do filme.
O tema das drogas vai ser abordado como uma questão cultural, de maneira franca, sem pré-conceitos ou apologias. Nas minhas pesquisas, percebi que, além das 'raves', alguns jovens fazem uso de drogas sintéticas no Maracanã, nas micaretas, no carnaval, em rodeios, em casamentos, nas festas particulares e em tantos outros lugares onde há celebração jovem. Esses fatos estarão retratados no meu filme de alguma forma.
Não quero que Paraísos estigmatize as 'raves' e as 'open air'. Pelo contrário, após frequentar diversos festivais ao longo de alguns anos, minha percepção é diametralmente oposta à visão de algumas pessoas e de certos políticos pré-conceituosos que querem regulamentar ou coibir as festas. Todos os eventos a que fui até hoje, foram extremamente bem organizados e produzidos com o maior profissionalismo."
Na opinião dos atores, “Érika (protagonista) é uma menina que se torna mulher. Tem todos os lados. Tem romantismo, tem loucura. É uma mistura, um momento de descoberta”, disse Nathalia Dill. “Primeiro começa com uma lição, que a gente tem que ter uma responsabilidade com os nossos atos e, ao mesmo tempo, seguir a nossa intuição”, afirma Luca Bianchi, que interpreta Nando.
O roteiro do filme foi escrito por Marcos Prado, Pablo Padilla e Cristiano Gualda. Já a equipe técnica conta com diversos profissionais que trabalharam em “Tropa de Elite 2”, como a preparadora de elenco Fátima Toledo, o diretor de fotografia Lula Carvalho e a figurinista Cláudia Kopke.
As gravações foram feitas em Pernambuco, Rio de Janeiro, Alagoas e Amsterdã. Paraísos Artificiais tem estreia prevista para 2012.
Elenco Principal:
Nathalia Dill – Érika
Luca Bianchi – Nando
Bernardo Melo Barreto – Patrick
Livia de Bueno – Lara
Cesar Cardadeiro – Lipe
Divana Brandão – Marcia
Cadu Fávero – Anderson
Erom Cordeiro – Carlão
Roney Vilela – Mark
Emilio Orciollo Neto - Mouse
Bastidores



Dj Érika

Fábrica da Bhering se trasformando em clube underground alemão Berghaim.

Painel de LED e design gráfico criado para o filme pela Cila Mc Dowell.

O Karma dos Deuses do Arpoador

Erika e Nando: História de amor com final feliz.

A caminho das raves.

O guru da molecada no filme, Marc (Roney Villela).

Festa é gravada em uma fábrica de chocolates.

Casal Érika e Nando em Amsterdã.

Érika e sua amiga em uma rave.

Nando, interpretado pelo ator Luca Bianchi.

O diretor Marcos Prado faz uma participação especial no filme como pai de Nando.

Bastidores das gravações no Rio de Janeiro.

Nathália Dill, que interpreta a DJ Érika, encontra seu filho.